segunda-feira, 30 de março de 2015
domingo, 29 de março de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
Desentendimento
Há mistérios na névoa do silêncio como misteriosa é a existência.
No cerne de tudo
Extremo,
Corre o vasto
Desentender mudo.
(elke lubitz) arte:Lela Tsutskiridze
terça-feira, 24 de março de 2015
Poema
o poema é a rosa da dor, pétalas esculpidas no veludo da palavra, hálito noturno de flor, queixume colorido no vão do indizível.
(elke lubitz)
domingo, 15 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015
Espectros
Espectros
***
Até os
pássaros de dentro
Voam alto em
Fria atmosfera.
ramificam suas penas
não temem o frio
Eu ainda
me debato
Quando ato meus
medos
Plastifico
sentimentos
Meus pássaros de plástico
não morrem.
(elke lubitz) arte Kiyo Murakam
domingo, 8 de março de 2015
sábado, 7 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
terça-feira, 3 de março de 2015
Colores
Há ruídos nas
Coisas que
Deixaste,
Há cores em
Tuas asas
- Desbotaste,
Há vivas memórias
Em teus sonhos
- Contrastes
Asa, flor, poesia
Teu tempo é
O meu
Encanto,
Meu tempo é
Enquanto.
(elke lubitz) arte silvia bratanova
segunda-feira, 2 de março de 2015
sábado, 28 de fevereiro de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Poema Moderno
Não estou aqui
Para encantar,
Embalar
Acalentar
Estou aqui
Para ferir.
Atravessar teus
Avessos
Lamber a lâmina
Do verso
Rasgado e sujo
De sangue.
Não sou
Encanto
Sou carne, ossos, sangue
Verborragia do
Ser,
P
O
E
S
I
A...
(elke lubitz) fotografia de Izabel Demarchi
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
If you leave
Walk by so many lands
kiss the altars
In your absence
in foreign lands,
Will have my cup
Party in tatters of
the most
pure
Pain.
(elke lubitz) arte christian schloe
Quando a beleza se vai...
Quando a beleza se vai.
podemos andar pelas ruas sem aborrecimentos. não somos seguidas.
não nos proferem palavras indesejáveis. se nos chamam de ( coroa) etc, temos a vantagem de ensurdecer com o tempo.
se nos tratam bem é sem interesse. é muita coisa boa ao envelhecer. podemos rir sem os dentes e enxergar um pouco com óculos fundo de garrafa. temos facilidade com a empatia e a inveja vai sendo banida pois não mais nos consideram ameaçadoras. é libertadora a sensação de perder a juventude.
é assustadora também posto que não somos de ferro e o aroma da finitude é mais forte. e, quando tudo ficar confuso há sempre um poema!!!!
(elke lubitz) fotografia de Izabel Demarchi
domingo, 8 de fevereiro de 2015
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