terça-feira, 12 de janeiro de 2016
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Ondulações
Caiu um cisco
de poesia
ao sabor do vento
bamboleia..
há versos em lugares
fechados
Caiu um cisco
de poesia
ao sabor das águas
ondeia
Há versos tão navegáveis...
elkelubitz arte sugerida por Faty Caetano
aetano
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Luz silente
apaguei as mãos
no silêncio dos dedos
recolhi as conchas
de outras noturnas
vidas.
*****
elke lubitz foto giuseppe milo
Palhaços
Há no meu coração um mezanino abrigador de palhaços e poetas.
Quem sabe o Paraíso tenha piedade também...
elkelubitz img josecouto
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Todos os pretéritos
O tempo
nunca ...
se alcança:
o hoje
é o futuro
inventado
no ontem recriado
e.t.e.r.n.a.m.e.n.t.e.
*
elkelubitz img josecouto
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Pés (2) com a parceria de Geu Colicchio
Pés de estrelas
atados em nuvens
descalçam meu chão....
Elke
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
domingo, 29 de novembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Rastro
Deita os cansaços de cingir estrelas e adormece, areia do tempo nas abas da noite.
mar a dentro.
são todos os sóis no limiar da aurora.
Um tempo, dois tempos e não mais.
...
mar a dentro.
são todos os sóis no limiar da aurora.
Um tempo, dois tempos e não mais.
...
domingo, 8 de novembro de 2015
sábado, 31 de outubro de 2015
Só Letras
Pouso......
Onisciente
é o
silêncio
re(pouso)
nas palavras
se eu quebro:
Soletro.
*****
elkelubitz fotografia anna o.
Ressonâncias
Não há que ser
poesia,
há que se ouvir
ressonâncias
de dentro...
reverberações dos infinitos
pretéritos
construções de eternidades
futuras, onde a lei
é a inexistência do tempo...."
(elkelubitz) arte: Ivan Marchuk
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Latifúndio
há dias de descalçar os sapatos
da vida
e bater na pedra do tempo
pra jorrar a água
da sede infinita...
da sede infinita
do meu caminhar desatento
do verbo infinito
do verbo infinito
- tive tanta fome e tanto frio
bati nas asas do tempo -
pra jorrar a água
da vida deserta
do meu caminhar sedento.
mastiguei a fome do verbo
a fome do tempo
para
mitigar as dores do chão
latifúndio perene do meu
andar desatento...
da vida
e bater na pedra do tempo
pra jorrar a água
da sede infinita...
da sede infinita
do meu caminhar desatento
do verbo infinito
do verbo infinito
- tive tanta fome e tanto frio
bati nas asas do tempo -
pra jorrar a água
da vida deserta
do meu caminhar sedento.
mastiguei a fome do verbo
a fome do tempo
para
mitigar as dores do chão
latifúndio perene do meu
andar desatento...
do verbo infinito
do verbo infinito
- tive tanta fome e tanto frio
bati nas asas do tempo -
pra jorrar a água
da vida deserta
do meu caminhar sedento.
mastiguei a fome do verbo
a fome do tempo
para
mitigar as dores do chão
latifúndio perene do meu
andar desatento...
sábado, 10 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
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